SMA em destaque na Ecossistema Magazine, em entrevista com a sócia Karina Arouca.

Um olhar jurídico atento, humano e feito à medida de cada cliente.

Num mercado jurídico cada vez mais exigente e competitivo, a Silva, Martins & Associados (SMA) destaca-se pela visão moderna, pela proximidade com o cliente e por uma liderança feita no feminino.

Nesta edição, conversámos com Karina Arouca, sócia da SMA, sobre a origem do escritório, os valores que o sustentam, os desafios jurídicos enfrentados pelas empresas em  Moçambique e a importância de uma assessoria jurídica sólida, especialmente num contexto económico e regulatório em constante evolução. Com soluções jurídicas seguras e personalizadas, a SMA apoia empresas e empreendedores a operar com confiança em Moçambique.

Karina, como nasceu a SMA e o que distingue o vosso escritório no mercado jurídico moçambicano?

A SMA, sigla para a sociedade de advogados Silva, Martins e Associados, surgiu pela iniciativa e pela mão da sócia fundadora, a Advogada Bianca do Ó da Silva Martins, que tendo ao longo da sua carreira profissional estado exposta a diferentes ecossistemas de trabalho, nomeadamente integrando o departamento jurídico de empresas multinacionais como in house lawyer, bem como integrado a equipa de um grande escritório de advogados por muitos anos, de forma arrojada e percebendo as necessidades e as oportunidades que o mercado moçambicano apresentava teve a coragem de convidar mais duas jovens mulheres, advogadas para abraçar este projecto.

Gosto de pensar que o que distingue o nosso escritório é o cuidado, a atenção ao detalhe e as características do cliente e a vontade de prestar um serviço de qualidade, que vá  de encontro às necessidades do cliente, como se fosse um vestido feito à medida, mas também temos o cuidado de  estabelecer uma relação próxima com o cliente de modo a que ele sinta que as suas preocupações são acolhidas e estão em boas mãos, podendo confiar na equipa que escolheu.

A SMA tem duas sócias mulheres à frente. Em que medida isso influencia a cultura e abordagem do escritório?

De facto, a SMA tem duas sócias mulheres, que pelos desígnios da vida, (acredito em Deus e tenho certeza de que há coisas incríveis que acontecem nas nossas vidas e que só pela sua mão e possível) fizeram as suas carreiras, acumularam experiência e quando surgiu o momento certo foram criadas as condições para que se juntassem.

Na prática, ter um escritório liderado por mulheres, jovens, mães e profissionais de áreas distintas do direito é uma mais valia, porque temos e sentimos os mesmos desafios pessoais, familiares e profissionais, mas também nos complementa, porque temos carácteres diferentes, experiências de trabalho e vivências de vida distintas, que juntas nos tornam fortes e que promovem uma cultura de trabalho exigente, mas também inclusiva e acolhedora para os nossos colegas, tornando a nossa equipa uma família.

Quais são hoje os principais desafios que as empresas enfrentam em Moçambique?

Esta pergunta pode ser analisada sobre várias perspectivas , mas de forma pragmática e tendo como base a nossa área de trabalho, eu considero que temos como desafios principais e há espaço para melhorar temas ligados à burocracia dos processos e à actual situação económica do País.

A SMA trabalha com empresas multinacionais e também com empreendedores locais. Como conseguem equilibrar estas duas realidades?

Esta é uma pergunta interessante e que na prática é o que distingue os serviços que prestamos e a nossa abordagem no mercado. A SMA não distingue os seus clientes pelo seu tamanho. A SMA cuida e oferece um serviço igual tanto a uma multinacional, como a um empreendedor nacional ou a um particular, este é o nosso propósito , cuidar do nosso cliente e resolver as situações que nos forem apresentadas, sem distinção nenhuma.

Para quem está a investir ou a começar um negócio em Moçambique que conselhos jurídicos considera essenciais?

Empreender em qualquer área de negócio é um acto de coragem, porque se vão investir recursos humanos e financeiros e espera-se retorno, lucro e reconhecimento . É como a construção de uma casa, os alicerces e as fundações têm de ser sólidas para que tudo o resto possa assentar.

Portanto fazendo uma analogia, antes de iniciar o negócio em qualquer parte do mundo e Moçambique não é excepção, é muito importante que o empreendedor contacte previamente um escritório de advogados e solicite o necessário acompanhamento jurídico, desta forma vai poder tomar decisões informadas, atendendo ás normas do ordenamento jurídico moçambicano e evitando incorrer em irregularidades que podem trazer consequências legais e financeiras desnecessárias e comprometer o andamento do negócio.